domingo, 31 de julho de 2011

Juntos somos imparáveis

Fazendas de Almeirim foram o palco do encerramento da época 2010/2011.

Apesar das dificuldades, a Associação de Shorinji Kempo conseguiu, ao longo deste espaço de tempo,  aumentar a sua implantação na periferia do seu centro operacional situado em Foros de Salvaterra.

A abertura das extensões de Benavente e Fazendas de Almeirim (esta última que agora substitui e agrega os Kenshi de Muge), está a permitir alargar os horizontes do Shorinji Kempo no distrito de Santarém.

Compreender e interpretar a condições para o crescimento do Shorinji Kempo tem possibilitado adequar as dinâmicas da ASKCSM às dificuldades do tempos actuais. As manifestas dificuldades financeiras têm sido colmatadas pelo empenho não só dos mestres, instrutores e Kenshi, mas particularmente pela dedicação e esforço dos familiares para manterem viva a nossa actividade.

Nunca é de mais atender à forma amiga, dinâmica e compreensiva como os familiares moldam em todos nós um forte sentimento de gratidão e uma cumplicidade sincera e transparente.

Ao olhar para este pequenos universo que nos rodeia, vemo-nos envolvidos em laços de amizade e dedicação que relevam os valores do Shorinji Kempo. Ainda que não vistam o fato, a sua prática cria uma estrada menos difícil de percorrer e enche-nos de coragem para o futuro.

Vale bem a pena viver nesta comunidade sem barreiras, em que terras diferentes formam um só coração pleno de vida, compaixão e coragem.


Jorge Monteiro

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Uma história de coragem

Há cerca de cinco meses atrás um Kenshi de do Branch de Salvaterra de Magos relatou ao mestre situação vivida por uma jovem de 17 anos chamada Cátia.
Cátia é uma jovem da vila de Salvaterra de Magos, que a vida penalizou com uma doença que pouco a pouco vai fragilizando a sua já débil saúde… Mas Cátia é uma lutadora.
Apesar dos seus olhos quase não verem – Cátia não distingue uma silhueta humana a mais de um metro – e de ter bastantes limitações motoras, com a ajuda da sua avó tem conseguido excelentes resultados escolares. Mas Cátia quer mais da vida.

Ela é uma jovem decidida e crítica, com opiniões sólidas sobre o mundo a sua volta.

A fragilidade do seu corpo não a impede de ter ambições. Cátia tinha um sonho…: praticar artes marciais. E quem poderia ser melhor conselheira sobre o assunto, do que a sua professora de educação física?

Nos dias seguintes, durante uma aula, a Cátia perguntou à professora: “Professora, será que posso fazer artes marciais?” A resposta não tardou, mas não era aquela que a Cátia queria ouvir. “Nem penses nisso. É impossível.”

Mas a Cátia não ficou convencida. Tinha um amigo que praticava Shorinji Kempo e perguntou-lhe o mesmo. O amigo, não sabia qual era a resposta correcta, mas disse-lhe que ia perguntar ao mestre, e assim fez.

“Não vejo razão nenhuma para que a Cátia não treine Shorinji Kempo…” respondeu o mestre ao aluno. “Há pessoas que treinam de cadeira de rodas, pessoas sem braços, pessoas com vários tipos de deficiências que treinam Shorinji Kempo. O Shorinji Kempo faz-se à medida de cada pessoa. As limitações não são impedimento, são apenas uma dificuldade. Mas temos tantas na vida, que essa é só mais uma.

No dia seguinte, a Cátia e o irmão, foram ao seu primeiro treino, e Cátia fez a mesma pergunta ao mestre: “será que posso fazer artes marciais? Não sei se consigo fazer o mesmo que os outros?”

“Não é importante se consegues ou não fazer o mesmo que os outros,”respondeu o mestre…” o que é importante é que consigas fazer o teu melhor e que possas ultrapassar as tuas próprias dificuldades.

Trabalhando com ela, ajudando-a a mover-se, a sentir as coisas à sua volta e a compreender o seu próprio corpo, o mestre e os colegas da Cátia ajudam-na a seguir por este novo caminho na sua vida.

A Cátia hoje tem um outro sonho: quer ser mestre de Shorinji Kempo.
Cátia participou recentemente com os seus dois parceiros no último Taikai onde conseguiu o segundo lugar da sua categoria e, fez ontem o seu primeiro exame que ultrapassou com sucesso.

Não é só a Cátia que é um exemplo de coragem também os seus colegas Kenshi dos Branches de “Salvaterra de Magos” e “Foros de Salvaterra”, que a acompanham diariamente merecem destaque pela ajuda e acompanhamento que constantemente lhe dedicam.

O céu é o limite.

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quarta-feira, 31 de março de 2010

A importância do Shorinji Kempo na Vida Social

Nos dias de hoje, a maioria das pessoas perde a capacidade de se relacionar com as outras pessoas à sua volta, desde que saiam aos seus universos familiares ou profissionais.


Mesmo nestes casos, e devido ao progressivo empobrecimento que nos afecta a todos, as pessoas abdicam de muito do seu tempo social para conseguirem alguns outros rendimentos que lhes permitam enfrentar a crescentes dificuldades financeiras.

Como é evidente, a associalização das pessoas limita necessariamentea sua visão do mundo, fazendo-as perder a sua dimensão de seres humanos como agentes activos da ordem universal. Da mesma forma, diminui-lhes, a capacidade de construir e estabelecer valores pelos quais possam guiar as suas vidas de forma justa e digna.

Os raros pontos de encontro social envolvem pouco mais que conversas fúteis, tais como o tempo, o futebol ou algum evento social, escancarado por um ou outro jornal sensacionalista e que dá tema de conversa para que as pessoas não se limitem ao seu próprio silêncio.

Por tudo isto as actividades sociais extra-familiares/profissionais são de enorme importância no crescimento continuado da pessoa como pleno ser humano e, são de facto importantes na construção de laços de amizade.

No entanto e, porque estamos a falar de Shorinji Kempo, poderemos questionar até onde poderá ser diferente a prática desta arte marcial como actividade socializadora?

Em primeiro lugar, a frase “Viver metade para nós próprios, metade para os outros” é a grande linha de referência do Shorinji Kempo. Isto quer dizer que ao praticar Shorinji kempo as pessoas habituam-se a construir a sua própria personalidade tendo em conta o respeito e a consideração que devem ao outros, tornando assim, a sua visão do mundo mais abrangente e enriquecedora.

Igualmente, os pensamentos dos praticantes de Shorinji Kempo e os seus valores passam a fazer sentido  apenas se aplicados no dia-a-dia e nas relações que estabelecem à sua volta.

É por isso que a prática de actividades sociais viradas para o bem comum é uma constante na dinâmica do Shorinji Kempo por todo o mundo.

Esta maneira de ver e de pensar não se reduz apenas aos alunos de Shorinji Kempo. Ela contagia todos aqueles que convivem com os praticantes. Não há melhor exemplo disso do que a forma como os familiares a amigos do Shorinji Kempo do Concelho de Salvaterra de Magos que com uma alegria e dedicação radiantes fazem de cada evento e iniciativa da associação, um momento de festa e alegria.

O Shorinji Kempo é, por excelência, uma forma de fazer as pessoas crescerem munidas de coragem, força e sentido de justiça, e por isso passando a merecer o respeito dos outros atarvés dessas três grandes qualidades, que mudam a nossa própria vida e vida a dos outros.

A grandeza de uma pessoa ou de uma organização mede-se pelo impacto que tem no mundo à sua volta.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

A importância do "eu" na sociedade moderna



No mundo actual a necessidade de especialização em trabalhos específicos, remete as pessoas para pequenos espaços físicos e intelectuais que lhe condicionam a vida e limitam a percepção do todo, empurrando-as, pouco a pouco para o isolamento.
Este fenómeno que restringe o desenvolvimento de cada um funciona como um túnel através do qual olhamos para o mundo e assumimos que essa imagem é a única verdade.
Cada vez mais, o “eu” de cada um fica limitado pela sua percepção pessoal, que enfraquece as pessoas como ser sociais, e torna-as assim, incapazes para desenvolverem valores morais, princípios de vida e conceitos de justiça, que abranjam a humanidade como um todo.
Muitos dos conflitos da nossa sociedade actual, resultam da incapacidade que as pessoas têm para desenvolver tolerância para com os pensamentos e acções dos outros, para compreenderem os seus valores e para respeitarem as particularidades de cada indivíduo e cada grupo.
Podemos por esta forma ser levados a pensar que os grandes grupos económicos, políticos e religiosos, são os maiores responsáveis pelos conflitos sociais e pela ameaça iminente contra a existência da nossa espécie.
Sendo de certa forma verdade, não podemos nunca deixar de pensar que todos os grupos, seja qual for o seu âmbito de intervenção, são constituídos por pessoas e, que são essas pessoas que promovem e defendem interesses simultaneamente comuns e também pessoais.
Na perspectiva do Shorinji Kempo a unidade base da humanidade é o indivíduo, e a unidade base da do ser social são duas pessoas.
Através desta interpretação da essência do homem, teremos tendência para concluir que o desenvolvimento de cada ser humano, resulta do seu crescimento como pessoa, quer através corpo quer do intelecto bem como da interacção com os outros indivíduos com quem se relaciona.
Podemos dizer então, que se cada um de nós conseguir desenvolver o seu “eu”, tanto física como intelectualmente e em estreita ligação com os outros, poderá dar origem a um processo de mudança, desde a base da pirâmide até ao seu topo. Pequenas acções, que podem ser aparentemente insignificantes serão provavelmente de extrema importância no futuro.
O Shorinji Kempo, através da sua prática procura exactamente isso, oferecendo um processo de desenvolvimento de pessoas fortes. Esta força porém, não se limita à força física e à capacidade para vencer os outros, refere-se antes, à coragem e à força necessária para cada um enfrentar as injustiças e para mudar o que está errado.
Através do treino das técnicas do Shorinji Kempo e da sua prática a dois, as pessoas aprendem a respeitar-se mutuamente e a progredirem juntos, ajudando-se nas dificuldades e partilhando os sucessos, dando à vida o suave odor da amizade e da confiança num futuro de paz e felicidade.

Voz na Rádio Marinhias

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Porquê praticar Shorinji Kempo?

Para quem não conhece o Shorinji Kempo esta actividade não passa de mais uma arte marcial, como centenas de outras que existem espalhadas por todo o mundo.
Na realidade a maioria das artes marciais oferece às pessoas uma melhor condição física e conhecimentos em técnicas de combate com ou sem armas. Algumas delas propõem-se mesmo a desenvolver valores morais aos seus praticantes, orientadas para o íntimo do indivíduo. Porém e ao contrário do Shorinji Kempo, todas elas têm presente o conceito de morte representado em algumas das suas técnicas.
Esta forma de encarar as artes de combate tem a sua origem numa realidade de centenas ou milhares de anos atrás, em que as armas de fogo ou as armas de destruição maciça ainda não existiam.
No presente a força é utiliza pistolas, espingardas, bombas e outros instrumento para a guerra ainda mais aterradores, como ou as armas biológicas, que matam à distância e sem esforço e que antecipam a abertura da caixa de Pandora e a destruição da humanidade.
Neste contexto em que a morte e o sofrimento se oferecem e se compram em cada esquina ou em gabinetes de pessoas e organizações de peso, fica então a questão sobre se vale a pena praticar artes marciais.
Se pensarmos que as ameaças sobre nós não partem apenas de indivíduos mas sim duma predisposição para a violência, a arte marcial é uma perda de tempo. São anos e anos de treino para adquiri-mos técnicas de luta que pouco ajudam a sobreviver às grandes ameaças contra a humanidade.
Se o objectivo é ter um boa condição física - o que é importante para a saúde - existem centenas de outras opções de actividades singulares ou colectivas que o conseguem eficazmente
Então porque que é que será diferente praticar Shorinji Kempo?
Embora o Shorinji Kempo tenha características técnicas particulares e diferentes das outras artes marciais, a grande diferença consiste no seu objectivo.
O Shorinji Kempo foi criado com base num princípio filosófico que assenta em dois grandes parâmetros: por um lado, construir “um mundo pacífico em que todas as pessoas possam ser felizes, quer material quer espiritualmente” e “na mudança das pessoas para que criem laços de amizade e para que se ajudem mutuamente a enfrentar a injustiça, alterando o mundo para melhor.”
A prática do Shorinji Kempo desenvolve pessoas fortes de corpo e alma. O treino das técnicas desta arte marcial é apenas um caminho para desenvolver homens e mulheres que com coragem e determinação têm a força necessária para viverem entusiasticamente e para ajudarem os outros a viverem da mesma maneira.
As técnicas do Shorinji Kempo não foram concebidas para matar, antes pelo contrário, para ajudar e proteger as pessoas. As técnicas do Shorinji Kempo foram pensadas e sistematizadas para que os seus praticantes, em conjunto, se possam elevar como pessoas, degrau a degrau, com uma sólida saúde, com uma coragem inabalável e com a força necessária para que possam viver cada dia como se fosse o último.
Por todas estas razões, vale realmente a pena praticar Shorinji Kempo.
Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

"O seu a seu dono"

Na edição do jornal "O Mirante" dos passado dia 17 são feitos comentários no âmbito do Projecto Regresso a Casa" que não correspondem à verdade dos factos.
É politica da Associação de Shorinji Kempo do Concelho de Salvaterra de Magos agir com lisura, porquanto escreveu a nota que se segue.

Caro Sr. "JAE",

O Meu nome é Jorge Monteiro e sou o Representante da Associação de Shorinji Kempo do Concelho de Salvaterra de Magos, organização que coordenou e suportou durante todo o processo a criação das condições para que os filhos de Marília Bonito pudessem regressar a sua casa.

Pode e deve mencionar-se o apoio da população a este projecto, mas tem que haver consciência de que ele foi suportado, na sua quase totalidade, pela Associação de Shorinji Kempo, com pesados custo para os seus membros e para a própria Associação. O seu a seu dono.

Como tem seguramente conhecimento, convidei na qualidade de responsável pela Associação inúmeras pessoas e, que na sua grande maioria responderam afirmativamente a este acto de solidariedade e, contactei diversas entidades que da mesma forma, realizaram todos os esforços, para que a associação de Shorinji Kempo tivesse sucesso em mais este projecto de solidariedade.

É necessário que se compreenda que este tipo de actos corresponde ao processo pedagógico proporcionado aos alunos da Associação e do Shorinji Kempo, proporcionando-lhes valores como a coragem, determinação e particularmente um forte sentido de justiça.

Esta Associação não partilha ou perfilha, como constitucionalmente instituto, qualquer perfil político ou partidário. Porém, não abdica de ser actor nas dinâmicas sociais, suportando e elogiando todos aqueles que agem para e pelo bem das pessoas e criticando todos os que se aproveitam da sua qualidade para bem próprio ou das sua suas opiniões.

As instituições merecem críticas e comentários dos cidadãos sobre a sua actividade, e devem utilizá-las como fonte para o reforço da sua consciência social. Tal, no entanto, só fará sentido, quando as considerações forem verdadeira e justas.

Por tudo isto não posso deixar passar em branco o comentário sobre a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos o qual que choca profundamente. No âmbito do projecto, a Câmara Municipal foi contactada, informada e solicitada a intervir no que lhe fosse possível para a facilitação dos objectivos marcados por esta Associação. A resposta foi sempre de apoio e reconhecimento e, a ajuda tomou forma inequívoca. Sou disso testemunha directa.

A injustiça do comentário feito sobre a Câmara Municipal entristece-me profundamente, por ser injusto e penalizador para o município e para a sua Presidente, da qual sempre encontrámos sincera disponibilidade para este e outros projectos de solidariedade social que temos levado a cabo e continuaremos a realizar.

Ainda hoje entregarei este texto na Câmara Municipal e disponibilizar-me-ei para, da forma que for entendida necessária, para corrigir a apreciação feita pelo “O Mirante”.

Espero Sr. "JAE" que este comentário seja publicado, por respeito à justiça que a todos é devida.

Jorge Monteiro

Representante da Associação de Shorinji Kempo do Concelho de Salvaterra de Magos

Violência + Violência = ???

Recentemente o País pôde ver, ao vivo, a morte de uma pessoa durante uma situação de tomada de reféns, acontecida em Lisboa.

Como consequência, opiniões diversas vieram a superfície. Basta ver os comentários dos jornais on-line.

Curiosamente os primeiros comentários, até de pessoas destacadas, realçavam como exemplar a actuação da polícia. Com o tempo a maioria dos comentários passou apresentar uma opinião oposta.

É interessante verificar que as primeiras mostravam um fraco processo de reflexão sobre o assunto e comentários exacerbados, muitas vezes reflectindo profundos sentimentos de xenofobia.

Por outro lado uma segunda vaga de opiniões, mostrava ter havido um processo de interpretação mais racional dos factos , em que a componente humanista pesava agora de forma significativa.

Deixando de parte considerações técnicas sobre o assunto, que poderia legitimamente fazer e que contrariariam a opção tomada, preocupa-me o conceito que lhe está subjacente.

Pintada com a cor que seja, na verdade, alguém optou pela "pena de morte".

Durante uma situação como esta, a ameaça à vida é permanente, quer seja intencional, quer seja acidental. As armas estão presentes, as pessoas estão presentes, a situação é natural e constantemente de risco.

Nenhum dos comportamentos que se podem observar, por parte dos assaltantes é anormal, muito pelo contrário.

Para quem tem conhecimento dos processos emocionais, que se desenvolvem durante uma qualquer tomada de reféns, é sabido que o momento em que os assaltantes foram alvejados, é um momento "normal" nestas situações e perfeitamente gerível, por quem sabe fazê-lo, sem tirar a vida a uma pessoa.

Mas mais perigosas são, inevitavelmente, as consequências do que aconteceu.

Se contavam que os assaltos diminuíssem por causa de terem morto uma pessoa, já puderam ver que os assaltos continuam.

O pior de tudo, é que toda a gente viu.

Numa próxima situação, quem estiver "lá dentro", já sabe que pode ser alvo de um tiro cobarde e, isto quer dizer mesmo “toda a gente”; tanto os assaltantes como os reféns. Como vão reagir essa pessoas, sabendo que a qualquer momento podem ser mortos? Os tiros não foram certeiros, nem nunca poderá haver certeza de que o serão. Por trás duma arma está sempre um ser humano e “errar é humano”.

Ensinou-nos o Kaiso (o fundador) princípio importantes para os momentos difíceis da vida; “vive e deixa viver”, “nunca desistir”, “força e compaixão não são coisas diferentes”.

Se fosse um aluno de Shorinji Kempo a tomar a decisão de matar ou não matar, ela seria seguramente diferente e todos iriam para casa com a consciência de terem dado o seu melhor.

A vida já podia ter ensinado, a todos, que violência gera violência.

O fogo não apaga o fogo, a água sim. São elementos contrários que se equilibram.

Em conclusão, violência + violência só pode ser = BRUTALIDADE IRRACIONAL.

A pessoa, a pessoa, a pessoas. Tudo depende da qualidade da pessoa.”

Doshin So, Fundador do Shorinji Kempo

(Setembro 03, 2008)